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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Na Era Digital, Pedagoga dá dicas de motivação à leitura para crianças

TV Tem - 31/01/2012




Com o avanço das mídias, cada vez mais as crianças estão tendo diversas opções de entretenimento e, na hora de escolher, fica a dúvida entre ler um livro, assistir um filme ou jogar videogame. Nessa escolha, muitas vezes a leitura acaba ficando para trás, e a solução é associar os livros à brincadeira.

Quem garante é a pedagoga e pesquisadora da Unesp de Bauru, no interior de São Paulo, Maria do Carmo Kobayashi. Ela diz que não se pode diferenciar o momento da leitura, do momento de brincar. “A criança não separa o livro dos brinquedos. Quem separa é o adulto e isso mata o prazer pela leitura”. E completa. "Ninguém nasce sabendo usar um computador ou jogar um vídeo game. Ninguém nasce sabendo ler e a criança não sabe a diferença entre um brinquedo e um livro, pois para ela, tudo é diversão”.


De acordo com Maria do Carmo, quanto mais cedo a criança tiver contato com os livros, pelo menos pra ver os desenhos que estão nele, ou ouvir uma historia lida pelos pais, maior a chance de se tornar uma leitora assídua.

No caso da criança que não teve esse incentivo na infância e não gosta tanto de livro, ainda há uma solução. “É só escolher livros sobre assuntos que o pequeno gosta. Se ele gosta de futebol, por exemplo, pode comprar um livro com a história do time que torce. É uma forma de voltar a ter contato com os livros, para criar o gosto pela leitura”.

A pedagoga conta que segundo os especialistas, as novas tecnologias também podem ajudar a criar o gosto pela leitura. Ler um livro virtual, em um Tablet, por exemplo, pode ser interessante, pela curiosidade com a novidade.

“E para os pais de primeira viagem, vale a dica de incentivar esse contato com os livros desde cedo, mesmo que as crianças não saibam ler”.

Fonte: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=11244&secao=20

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Estimule a Leitura, não obrigue a Ler

Foto: Internet
A escola tem grande empenho em desenvolver o gosto pela leitura. É necessário que levemos nossos alunos até os livros, os jornais, as revistas: teremos assim, crianças e adolescentes sensíveis, criativos, questionadores e, conseqüentemente , adultos capazes. Entretanto, devido à complexidade do problema e em face da precariedade de condições oferecida pela realidade brasileira, esse vem sendo também um dos problemas mais difíceis de serem resolvidos.


Tão logo criada, a escrita assumiu um caráter distintivo, conferindo àqueles que dominavam a técnica de escrever (ou de desenhar os sinais equivalentes a palavras inteiras, sílabas ou fonemas) um lugar de destaque na sociedade. A leitura não se configura como um projeto passivo. Longe disso, por exigir descoberta e recriação, coloca-se como produção e exige trabalho do sujeito – leitor.

“Se o ler for tomado como um ato libertador, como uma prática provocadora de consciência dos fatos sociais, por parte do povo, então é interessante ao sistema dominante que as condições de produção da leitura sejam empobrecidas ao máximo, ou seja, que o acesso ao livro e a um certo tipo leitura ( a crítica – transformadora) seja dificultado ou bloqueado. Assim. Desvincular a leitura do trabalho, manter ou fazer aumentar a taxa de analfabetismo no país, desestruturar a imprensa operária, folclorizar as produções escritas do povo, sorrir diante do fechamento das livrarias nacionais, impor ou forçar o rebaixamento da leitura nas escolas, dificultar a distribuição e o consumo de livros no país, explorar ao máximo o trabalhador de modo que não lhe sobre tempo e nem recursos para ler, e etc., todas essas são marcas de uma política que certamente não privilegia a população do livros e da leitura em nossa sociedade”.

O gosto pela leitura que, sem dúvida, resulta de práticas de leituras deve começar a ser desenvolvido nas quatro primeiras séries, precisando, além do estímulo e trabalho constante dos professores, do apoio e acompanhamento dos pais. No entanto, o ensino de gramática tomou conta dos programas e tem tido supremacia diante dos conteúdos de português, leitura e escrita. Desde a Segunda série, mal sabendo redigir suas primeiras sentenças, o aluno começa a decorar listas de coletivos, plurais de substantivos e adjetivos compostos, etc. São palavras soltas, que não estruturam um pensamento, não expressam um sentimento e, logicamente, não permitem a expressão escrita como um todo. O aluno entra em contato com inúmeras palavras, mas não sabe como relacioná-las, não consegue associá-las, não pode estruturar com clareza um período.

O programa de gramática é pequeno, porém a escola consegue ampliá-lo a ponto de o aluno precisar de dez ou mais anos para estudá-lo. O pior é que, ao sair da escola, no Ensino Médio, ele apresenta dificuldades na grafia, na interpretação e, principalmente, na produção de textos.

Resta-nos, então, tentar implantar e desenvolver o hábito de leitura, sabendo que, lendo, ele estará aprendendo à concordância, a ortografia, a regência e, o que é mais importante, a expressar com objetividade seus pensamentos. É um trabalho exaustivo, não é a técnica da varinha de condão, todavia é gratificante e pode modificar a realidade atual.

Fonte: Revista Pedagógica. N. 63/93. p.13.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Veja dicas para Incentivar seu filho a Ler


Fases e Dicas de Incentivo à Leitura:

Durante a Gestação:  Além de tocar música para o bebê, ler histórias e poemas é uma forma de familiarizá-lo à voz dos pais e às nuances de sonoridade.

Idade Pré-Escolar:  Cercar o bebê de livros adequados à idade e incentivar a leitura como uma brincadeira.

Alfabetização e Primeiros anos na escola:  Ensinar por meio do exemplo: a criança que vê os pais lendo tem mais interesse em reproduzir o hábito; mostrar que a leitura é valorizada na família, mas sem pressão.

Pré-adolescência: Quando as leituras obrigatórias da escola vão se tornando mais canônicas e menos interessantes, oferecer exemplos divertidos de livros dentro de casa.

Adolescência:  Incentivar que os adolescentes usem a internet de forma a buscar conteúdo educativo e compartilhar hábitos de leitura com os amigos nas redes sociais.

Fonte: Christine Castilho Fontelles, diretora de Educação e Cultura do Instituto Ecofuturo.
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